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Publicada em 17/10/2013 | Facebook    Compartilhar em Twitter  

 

Lideranças do café se encontram com Anastasia e querem levar reivindicações ao Governo Federal

 

Lideranças do café se encontram com Anastasia e querem levar reivindicações ao Governo Federal

Fotos: Ricardo Gandra

 O prefeito de Coqueiral Arnaldo Figueiredo falou em nome dos prefeitos

 

Nesta semana na Cidade Administrativa, várias lideranças entre deputados, secretários de Estado, prefeitos, vereadores, presidentes de cooperativas de cafeicultores, representantes da Confederação Nacional da Agricultura (CNA), do Conselho Nacional do Café (CNC) e da Federação da Agricultura e Pecuária de Minas Gerais (FAEMG) estiveram reunidos com o governador Anastasia para expor a angústia que cafeicultores vem passando em função da enorme crise que atinge o setor.

Para o presidente da Comissão de Política Agropecuária e Agroindustrial da Assembleia de Minas, deputado estadual Antônio Carlos Arantes (PSDB), é preciso uma política pública de longo prazo para o cafeicultor em Minas, principalmente por parte do Governo Federal. “Se nada for feito de maneira ágil e urgente, teremos um quadro gravíssimo de muito desemprego e o êxodo rural irá se multiplicar”.

O prefeito de Coqueiral Arnaldo Figueiredo falou em nome de todos os prefeitos presentes e lembrou da importância econômica que o café representa nos municípios de Minas. “O cafeicultura é a locomotiva que move a economia do nosso Estado, mesmo as cidades que vivem à beira do Lago de Furnas e que são abastecidas pelo turismo, dependem muito ainda do café”. Arnaldo clamou ao governador uma ação junto ao Governo Federal para tentar mudar o quadro de crise que assola o segmento.

Melles, Arantes e Anastasia: o café é uma das molas da economia mineira.

 

O presidente da Cooperativa dos Cafeicultores da Zona de Três Pontas (COCATREL) Francisco Miranda expôs que é fundamental que o pagamento pela saca do café chegue a pelo menos R$ 340 como já foi proposto, inclusive, pelo deputado Antônio Carlos, pelo secretário de Transportes e Obras Públicas Carlos Melles (DEM) e pelo próprio governador.

O representante da Cooperativa Regional Agropecuária de Santa Rita do Sapucaí (Coopervass), Luiz Fernando Ribeiro, foi taxativo: “Os produtores estão jogando a tolha e as cooperativas estão vazias, se nada for feito, teremos uma quebradeira generalizada destas cooperativas”.

 

Comissão sugerida por Anastasia já se reúne e pauta agenda com o Governo Federal

 

Após ouvir os relatos das lideranças, Anastasia mostrou-se preocupado e se colocou à disposição para ir até a presidenta Dilma para expor a situação crítica da cafeicultura mineira. “Fico apreensivo quando recebo os números da balança comercial mineira diminuindo em função da crise sobre o café, mas precisamos de uma solução de sustentabilidade a longo prazo também”, alertou. O governador sugeriu a criação de uma comissão de lideranças para discutir estratégias e uma agenda em torno do café. Esta comissão formada por lideranças como o deputado Antônio Carlos; Bruno Mesquita da FAEMG, o secretário de Agricultura Elmiro Nascimento; o deputado federal Silas Brasileiro; o presidente da Cooxupé Carlos Paulino; o presidente da Cocatrel Francisco Miranda; o representante da Coopervass Luiz Fernando, entre outros, já se reuniu no mesmo dia.

As lideranças do café em Minas praticamente apontaram as mesmas sugestões: uma política de marketing mais agressiva em torno da importância do consumo do café em nível de Estado e em nível nacional, uma ação que seria permanente. O deputado Antônio Carlos lembrou que é preciso garantir mais recursos para o Fundo Estadual do Café, que traria um certo alento ao setor e expôs novamente que é fundamental uma política de curto, médio e longo prazo para que o cafeicultor não passe por momentos tão difíceis. A principal reivindicação que foi levada ao Governo Federal é o lançamento do Pepro:

 

Entenda o que é o Pepro

 

A safra de 2015 será bem inferior as três últimas, cujo volume deverá situar em torno de 40 milhões de sacas. O desafio é transpor o estoque remanescente de 2012, 2013 e 2014 para se chegar ao equilíbrio de demanda/consumo em 2015. Para isso, a comissão sugere um modelo de comercialização, que sem dúvida dará suporte pelo menos ao preço mínimo do café, que deverá ser encabeçada pelos 16 Estados Produtores de Café e liderada pelo governador Anastasia. Trata-se do lançamento de um Programa de Prêmio Equalizador Pago ao Produtor Rural – Pepro. O Programa não poderá ser como hoje está estabelecido, e sim de uma forma invertida, onde alcançando o preço mínimo o produtor receberá como subsídio o valor de R$ 50,00 por saca comercializada.

O Prêmio Equalizador Pago ao Produtor Rural - Pepro é uma subvenção econômica (prêmio) concedida ao produtor rural e/ou sua Cooperativa que se disponha a vender seu produto pela diferença entre o Preço Mínimo estabelecido pelo Governo Federal e o valor do Prêmio Equalizador arrematado em leilão, obedecida à legislação do ICMS vigente em cada Estado da Federação. Este Programa é lançado quando o preço de mercado do produto está abaixo do Preço Mínimo.

 O salão ficou cheio de lideranças do café em Minas, todos preocupados com a crise que assola o setor.

 

A cafeicultura brasileira conta predominantemente com a participação de pequenos produtores e é a maior empregadora de pessoas na Zona Rural do interior do Brasil. Sabe-se também que, nesta época de colheita, o uso de mão de obra no campo atinge o seu ápice. Os preços atuais do mercado, comprovadamente abaixo do custo de produção conforme a Companhia Nacional de Abastecimento (CONAB), impactam direta e duramente uma imensidão de famílias (de pequenos produtores, empregadas na atividade), que dependem, para viver (ou sobreviver) ao longo de todo o ano, da renda gerada apenas neste momento do ano.

O formato do Pepro apresentado abaixo tem dois objetivos básicos e importantes. Primeiramente, uma vez que o produtor só alcançará o valor do prêmio de R$50,00 por saca se vender o seu produto pelo mínimo de R$ 317,23 por saca, incluído o INSS e sacaria. Este programa dará um forte incentivo para que o produtor aguente um pouco mais e não entregue o seu café a qualquer preço. Em segundo lugar, recebendo preços maiores que os atuais acrescidos do referido Prêmio, a atividade econômica de centenas de pequenos municípios espalhados por vários estados brasileiros será estimulada. 

 
   
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